Casa Tuga

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Pela primeira vez em três anos a Apple viu as vendas dos seus computadores caírem nos Estados Unidos. Segundo o NPD Group, a quebra foi de 6 por cento e compara Janeiro de 2009 com o mesmo mês do ano passado.

Em valor, as vendas no mesmo mercado caíram 11 por cento enquanto que a participação da marca sofreu um retrocesso de 3,3 pontos percentuais para os 13,7 por cento.

A consultora refere que esta baixa reflecte a falta de aposta da marca na renovação da sua oferta, já que o modelo Mini está próximo de cumprir dois anos sem qualquer alteração, tal como os iMac, que mantêm o mesmo desenho há já algum tempo.

iMac Lineup

Por fim, no mesmo estudo, o NPD Group refere que na generalidade do mercado norte-americano, o número de total de PCs de todas as marcas vendidos sofreu um aumento de 2 por cento face a 2008.

Fonte: SapoTek

A falta de Jobs já se começa a sentir. Espero que ele recupere e volte rápido para nos supreender com as suas maravilhas estondeantes! E quando estiver totalemente recuperado que possa repor a MacWorld 😀

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No meio do vendaval financeiro em que vivemos, com as famílias cada vez mais apertadas e a fazer contas à vida, talvez os portugueses não se tenham dado conta de notícias mais discretas, ainda que não menos importantes. Importantes também para as suas bolsas e inquietantes por serem tão brutais. Trata-se da cobrança fiscal das autarquias sobre os munícipes, que, em 2007, subiu quase 26% face ao ano anterior! Não, não é engano. O aumento atingiu precisamente 25,9%, o que signifi ca que se, em 2006, cada português pagou, em média, 186,81 euros em impostos municipais, no ano seguinte esse montante atingiu 235,12 euros. É um escândalo! Como se já não nos bastasse o aperto provocado pelo constante crescimento das taxas de juro, dos preços dos combustíveis e dos bens essenciais, temos agora as autarquias (ainda) mais à rédea solta, esmagando o incauto cidadão mais uma vez obrigado a pagar os desvarios do chamado poder local.

Crise Economica

Como é costume, o lobby autárquico, representado pela Associação Nacional de Municípios, já contestou os dados oficiais e alega que as verbas cobradas foram investidas tostão a tostão nos concelhos. Como as palavras não chegam, era bom que cada autarquia fosse obrigada a prestar contas desse real investimento, pois não é isso que se vê por esse país fora. O que mais ressalta a olho nu são rotundas e mamarrachos, a par de serviços cheios de burocratas que só empatam a vida a quem lhes paga os salários. Mais: apesar do esbulho das receitas, o que se ouve são lamúrias e reivindicações face ao poder central. Ainda recentemente, aquando do anúncio da transferência de competências para as câmaras em matéria de Educação, a grande maioria delas recusou-se logo a assinar os protocolos, exigindo uma fatia maior de verbas do Orçamento de Estado. É claro que, ao novo acréscimo de responsabilidades, corresponde um impacto significativo nos serviços das autarquias, mas será que a resolução dos problemas passa sempre e apenas por arranjar mais dinheiro e contratar mais pessoal? Onde  está o contributo do tão celebrado poder local para os sacrifícios que são pedidos à generalidade dos portugueses? Já alguém fez as contas? Houve contenção de despesas e redução de meios, na actividade autárquica? Quantos funcionários entraram e quantos saíram, nos últimos três anos? Quem os avalia? E as tão controversas empresas municipais, espécie de twilight zone onde imperam os compromissos políticos e falta a transparência, quem as controla?

O triste caso, agora conhecido, da atribuição de casas a amigos e confrades, perpetuado por responsáveis da Câmara de Lisboa, ao longo de décadas, revela bem até que ponto chegou a desfaçatez de muita gente aparentemente respeitável, eleita por todos nós. Que outras surpresas nos seriam reveladas por uma investigação consequente? Daqui a um ano, os autarcas vão a votos. Mais do que nunca, é preciso distinguir o trigo do joio. E saber punir quem se anda a aproveitar dos cidadãos e quem, pelo contrário, só pensa em servi-los.

Fonte:Visão

Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.

A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.

Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.

handshake

Este é a infeliz vida dos contribuintes portugues…  😎

Fonte:Visão

Numa iniciativa por parte da Google, de forma a comemorar o seu 10º aniversário (e que hajam muitos mais) a Google oferecerá 10 Milhões de dólares á melhor ideia capaz de mudar o mundo.

A empresa norte-americana promete dividir o dinheiro em cinco partes de forma a financiar as cinco melhores ideias recebidas no âmbito do projecto “10 to the 100” (10 elevado a 100).

Se quiseres tentar a tua sorte, deves preencher um formulário de inscrição, disponível no site da iniciativa, apresentando a tua ideia escolhida de entre vários temas, como comunidade, energia, ambiente, saúde ou educação; e segundo critérios como número de pessoas influenciadas, tempo de implementação ou duração do impacto.

Com o prémio, as melhores ideias poderão ser transformadas em realidade, destaca o Google.

O período de apresentação de propostas decorre até 20 de Outubro, cabendo a partir daí aos funcionários do motor de busca escolher as 100 melhores ideias, que serão anunciadas a 27 de Janeiro de 2009.

Os utilizadores do Google votarão em seguida para escolher os 20 finalistas e a empresa norte-americana determinará depois os cinco vencedores do concurso.

Nesta fase final, os 10 milhões de dólares são distribuídos pelas melhores ideias. Se uma se destacar, esse projecto arrecadará a totalidade da quantia, caso contrário, o montante será dividido entre os projectos.

“As ideias podem ser grandes ou pequenas, ligadas à tecnologia ou brilhantemente simples, mas têm de ter impacto”, referiu a Google num comunicado.

Fonte:SapoTek