Casa Tuga

Archive for the ‘Crónicas’ Category

1. Para evitar ter filhos, faça amor com a sua cunhada. Assim, só nascem sobrinhos…

2. Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns só uma vez…

3. Seja bom com os seus filhos. São eles que vão escolher o seu asilo.

4. Nasci careca, nu e sem dentes. O que vier, é lucro!

5. Os amigos vêm e vão, os inimigos acumulam…

6. Se o amor é cego, o que é preciso é apalpar…

7. Se a mulher fosse boa, Deus tinha uma. E se fosse de confiança, o Diabo não tinha cornos…

8. Sabem por que é que o pão se queima, o leite entorna, e a mulher engravida? Porque não se tira a tempo…

9. Alguns homens amam tanto as suas mulheres, que para não as gastarem, preferem usar as dos amigos…

10. Pior que uma pedra no sapato só um grão de areia no preservativo…

11. E se um dia se sentire inútil ou deprimido, lembre-se só disto: Já houve um dia em que foi o espermatozóide mais rápido do grupo!!!

12. Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia…

13. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo…

14. O que leva os homens a perseguir mulheres com quem não tencionam casar? O mesmo impulso que leva os cães a perseguir carros que não tencionam conduzir…

15. É MELHOR ABRIR UM E-MAIL COM VÍRUS, DO QUE UMA CARTA COM ANTRAX!

16. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis!

17. O seu futuro depende dos seus sonhos. Não perca tempo… Vá dormir!

18. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama…

19. Os Homens mentiam bem menos, se as Mulheres não perguntassem tanto!

Não julgue as pessoas pelas suas amizades. Judas, por exemplo, tinha amigos impecáveis….

Por: StreS`sNet

‘Momento da Verdade’ vem demonstrar, e de forma fulgurante, que, mesmo a troco de dinheiro, dizer a verdade nunca é boa ideia. Toma lá esta, Platão

Momento da Verdade - Dizer a verdade não compensa

Confesso que, quando a SIC estreou o programa Momento da Verdade, temi o pior. Julguei tratar-se de mais um produto televisivo aviltante, o que me colocaria um problema difícil. Eu vejo pouca televisão, mas nunca perco um produto aviltante. A televisão tem uma capacidade de aviltar que não é ultrapassada por qualquer outro meio de comunicação e por isso constitui, para mim, a principal fonte de aviltamento. Se tomo conhecimento de que há produtos aviltantes nas grelhas, pego nas pipocas e vou para o sofá ser aviltado. Imaginem o meu alívio quando constatei que o Momento da Verdade é, afinal, serviço público, e o programa mais interessante da televisão portuguesa, quer do ponto de vista ético quer do ponto de vista filosófico. Como é óbvio, um produto com estas características não me interessa. Para isso, vou ler livros.

O que o Momento da Verdade vem demonstrar, e de forma fulgurante, é que, mesmo a troco de dinheiro, dizer a verdade nunca é boa ideia. Toma lá esta, Platão. Se houvesse televisão na Grécia Antiga, um certo e determinado senhor teria uns aditamentos a fazer a certas e determinadas obras, não era? Era.

No programa da SIC, o dinheiro que os concorrentes levam para casa, ao contrário do que sucede nos outros concursos, não é, de todo, um prémio: é um suborno. O dinheiro aqui não premeia uma boa acção, um talento, ou uma capacidade; compensa uma falha.

Dizer a verdade, normalmente, é isso: uma maldade.

Vivemos em tempos difíceis, eu sei. Se não estivéssemos em plena crise acredito que ninguém estaria disposto a trair a sua consciência e tudo o que acredita ser decente e honesto, para ir à televisão fazer uma coisa condenável como dizer a verdade a troco de um punhado de euros. Mas é em tempo de crise que se aprendem as maiores lições, e esta é das mais pedagógicas. Momento da Verdade recorda-nos que a verdade é um bem precioso, demasiadamente precioso para se partilhar com toda a gente. Como tudo o que é precioso, devemos guardá-la bem, e mostrá-la ao menor número de pessoas possível.

O ideal é deixá-la escondida num sítio ao qual nem nós tenhamos acesso. O mérito de Momento da Verdade é que nos lembra tudo isto num tempo em que a verdade parece gozar ainda de um prestígio incompreensível. Todos os dias ouvimos a verdade ser gabada. Que a verdade é para ser dita. Que a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima. Grande coisa. Sabem o que é que também anda sempre à tona? O cocó.

Fonte:Visão

Fatima Felgueiras Sorri para camaras - Processo Judicial O julgamento de Fátima Felgueiras veio provar que, em Portugal, os cidadãos devem ter confiança na Justiça. Sobretudo os cidadãos como Fátima Felgueiras. Em princípio, não há nada que os apanhe. Ainda assim, a sentença é um monumental enxovalho para a ré, e ridiculariza, de modo bastante cruel, a sua conduta. Como? No acórdão, o juiz demonstra a Fátima Felgueiras que estava errada: não valia a pena ter fugido para o Brasil. Foi dinheiro que a presidente da Câmara desbaratou. Ainda por cima, Fátima Felgueiras terá usado, na fuga, dinheiro que, de facto, lhe pertencia, para variar – o que é refrescante. Hoje, não restam dúvidas de que se tratou de uma medida insensata. Em vez de procurar um exílio de cerca de dois anos no Brasil, Fátima Felgueiras poderia ter continuado tranquilamente na sua terra, a presidir à autarquia que dirige. O máximo que lhe acontecia era uma pena suspensa. Não faz sentido andar a fugir por causa de crimes que não são punidos com pena efectiva. E é uma vergonha que políticos que ocupam cargos de alguma relevância desconheçam a lei a este ponto.

O estudo das leis permite ao autarca consciente e responsável praticar apenas os crimes que não dão cadeia, e evita fugas tão trabalhosas como desnecessárias.

Na verdade, a pena suspensa é a versão judicial daqueles pais que dizem: «Carlos Miguel, da próxima vez que fizeres isso levas uma palmada», e depois continuam a repetir a mesma ameaça sempre que o Carlos Miguel pratica tropelia igual à primeira, ou pior. O Carlos Miguel, que não é parvo, sabe perfeitamente que aquela palmada está suspensa para sempre. E o mais provável é que, quando crescer, o Carlos Miguel faça carreira como autarca. Dos bons.

Justiça Portuguesa

Para sermos rigorosos, a sentença que puniu Fátima Felgueiras está, toda ela, suspensa. É certo que são três anos e três meses de pena suspensa e perda do mandato de presidente. No entanto, esta última pena, sendo efectiva, acaba por estar também suspensa. Enquanto Fátima Felgueiras recorre e o tribunal aprecia o recurso, o presente mandato chega ao fim. Quando o tribunal decidir, o próximo mandato (que Fátima Felgueiras obterá, de certeza, e com maioria absoluta, nas próximas eleições) também terá terminado.

Pena de Morte Parece claro que a razão pela qual não existe pena de morte em Portugal não tem a ver com pruridos morais, mas com problemas jurídicos. No nosso país, crimes graves podem ser punidos com pena suspensa. Seria uma questão de tempo até um tribunal português decretar uma sentença de condenação à morte por injecção letal suspensa. Nós não abolimos a pena de morte por amor à dignidade do ser humano. Foi por medo do ridículo.

Fonte:Visão

Como qualquer Português/Tuga que se preze é um preguiçoso (a lista começa em mim:-P). Aqui deixo esta imagem,  descoberta no divertidíssimo blog, “ContraFacção” para que possam imprimir, colocar no ambiente de trabalho ou qualquer outra coisa com ela.Portugueses Preguiçosos

Parece que o departamento de marketing da Microsoft começou a elaborar campanhas mais agressivas. Tiveram a ideia de instalar uns quiosques em frentes às magníficas lojas da Apple, dentro dos quais, qualquer pessoa poderá gravar o seu vídeo “Eu sou um PC”. A imagem mostrada em baixo é de uma das lojas da Apple no Reino Unido, onde um trio de pessoal da Microsoft tenta “capturar” possíveis clientes da Apple e “converte-los” para a Microsoft. Não existem mais detalhes sobre quantos mais e onde serão instalados os novos quiosques.

Fonte: Gizmodo Brasil

Quiosques Microsoft frente lojas apple

Acho que o Vista não foi um fracasso assim tão grande para a Microsoft ter de usar disto. Provavelmente era muito melhor desenvolverem o próximo SO como deve ser.

Continuo a usar XP e “”Relativamente”” feliz. (Embora nem na ultima actualização os desenvolvedores se esmeraram…. :S)

01) Como se chama uma mulher que sabe onde seu marido está, todas as noites?
Resposta: Viúva

02) Como se chama um homem inteligente, sensível e bonito?
R.: Boato

03) O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em
zigue-zague pelo jardim?

R.: Continuar a disparar!

04) Por que os homens não têm período de crise na idade madura?
R.: Porque nunca saem da adolescência. (Absolutamente verdade!)

05) Qual é o ponto comum entre os homens que freqüentam bares para solteiros?
R.: Todos eles são casados.

06) Qual a semelhança entre o homem e o microondas?
R.: Aquecem em 15 segundos!

07 ) Por que não existe homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo tempo?
R.: Seria mulher!

08 ) Quando um homem mostra que tem planos para o futuro?
R.: Quando ele compra 2 caixas de cerveja.

09) Por que mulheres casadas são mais gordas do que as solteiras?
R.: A solteira chega em casa, vê o que tem na geladeira e vai pra cama.
Já a casada vê o que tem na cama e vai pra geladeira.

Pessoa a Pensar10) O que disse Deus depois de criar o homem
R.: Tenho que ser capaz de fazer coisa melhor…

 

11 ) O que disse Deus depois de criar a mulher?
R.: A prática traz a perfeição!

Fonte: LibertyTuga

A Islândia pode falir. Parece que é assim que se diz. Olhando para a história e o comportamento diletante de alguns países – estou a lembrar-me de um em particular – julguei que a notícia não era propriamente nova. Mas, pelos vistos, a ideia de que um país pode, digamos assim, apagar a luz, está na ordem do dia. A Islândia, uma das nações mais ricas do mundo, já não pode sustentar-se. Deu-se a especulações e rebaldaria financeira, desgovernou-se, e acabou a mendigar um empréstimo à Rússia, daqueles que nem a um amigo se pede.

Não sei o que virá a seguir, mas antecipo já o que estarão a pensar: não temo pelo futuro de Portugal.

A ditosa pátria tem, desde logo, um enorme seguro de vida, inacessível em massa aos outros países: os portugueses. Levamos as tragédias na boa, até fazemos anedotas das nossas circunstâncias. «Olha, as taxas de juro subiram outra vez. Lá vou ter de ir ao Momento da Verdade dizer que comi a minha sogra.» E bebe-se mais um copo. Um povo que se ri de si próprio dura mais. Até quarenta por cento mais, aprendi eu numa aula de inglês.

Na verdade, andamos a rir-nos desde 1143.

E nessa altura, note-se, ainda não comíamos a sogra, só batíamos na mãe. No tempo em que os animais falavam, por alturas do Big Brother, um tal comportamento ainda garantia um cheque chorudo e dava para governar uma casa jeitosa. Um pontapé numa amiga, ao vivo e em directo, também estava bem cotado. Mas desvalorizou muito. Os miúdos já batem nos pais e nos professores e nem isso lhes garante sustento. Agora, com a Teresa Guilherme in charge, essas irreverências não chegam sequer para sermos seleccionados. Porém, se o português despudorado tiver uma vida sexual desastrada, consumir drogas, «não tiver um emprego certo» e estourar a herança do pai ao jogo, é um sério concorrente à sua própria autonomia financeira. Ou como diz um amigo meu, «basta que mostre o melhor do seu pior». E não minta, chegado o momento da verdade.

Dinheiro Distante

Pelo lado da Economia e do mercado financeiro, nada a temer, também. Enquanto outros, nos países grandes, jogam à grande com as fichas deles a expensas nossas – é por isso que se chama economia de casino, não? – os empresários e aditos do jogo financeiro em Portugal são como um grupo de amigos à volta do Monopoly. Julgam-se donos de tudo, mas, quando muito, mandam na rua deles. Às vezes, de tão viciados, jogam à séria e fazem umas patifarias nos BCP´s desta vida. Mas fica tudo entre amigos. E nós nem sequer protestamos.

Por fim, não corremos o risco de ver o Estado português falir. Pela simples razão de que não pode falir o que não existe. Desde há vários anos que o paradeiro do Estado é desconhecido nas escolas, hospitais, museus e entidades financeiras. «Afinal, quem manda aqui?», é a pergunta típica do português na fila de espera de um qualquer serviço. Se alguma vez essa indignação tivesse resposta, aí sim, era caso para ficarmos preocupados.

 

Que achas sobre esta crise ? Que pensas sobre o futuro dos portugueses ?

Fonte:Visão