Casa Tuga

Eco Goleia Standard

Posted on: 24 Novembro 2007


Contra mim falo. Sou um esbajanjador de energia nato. Saio do quarto para a sala e a luz fica acessa; vou jantar e deixo a televisão sa sala ao lado ligada; ligo o aquecedor e deixo-o ligado quase durante toda a noite acesso; enfim , é fastidioso estar aqui a enumerar a quantidade de situações de desperdicio em que já me vi involvido no dia-a-dia. Rogo pragas a esta bandalhice mas, no dia a seguir, sou capaz de fazer a mesma coisa. É um mau hábito incontrolável e o único consolo que posso ter é que a maioria dos portugueses que conheço faz o mesmo, ou seja , desperdício , desperdício , desperdício ….

Mas ás vezes é relativamente fácil combater tantos desvelo. Organizações como a Quercus, A DECO, e  o própio site da EDP fornecem-lhe dicas para poupar energia. Basta seguir atentamente e a par e passo as suas sugestões.  Está tudo sucintamente explanado, com gráficos, desenhos e apelos à nossa racionalidade. Acabe com as lâmpadas incandescentes lá em casa mude paras as lampadas flurescentes, que são mais caras no acto da compra mas muito mais duráveis. Eis um exemplo concreto:uma lâmpada flurescente dá para 10.000 horas, enquanto que uma incandescente gasta-se ao fim de 1.000 horas de utilização. A diferença do preço acaba por ser compensada. Se a primeira custa 6,00€, a segunda adquire-se por 1,5€, mas o que intressa são as contas finais: 49,80€ de gastos com material incandescente e apenas 15,00 euros com o flurescente. Isto para um período de três anos. Vale ou não apena “flurescer” na vida??

Comprar o equipamento adequado também ajuda muito. Quantas vezes ficamos deslumbrados com a tecnologia e adquirimos um fogão, um figorifico ou um sistema de som HI-Fi cmpletamente desajustado para as nossas necessidades e para o espaço de que dispomos lá em casa. Num estudo bem elavorado pela Quercus relativamente ao consumo de energia, as familias ficaram catalogadas em duas catogorias: “Standar” e “Eco”.  Não há meio termo e eu visto a camisola das familias “Strandard”. ontas feitas aos consumos  de electricidade de frigorifico, congeladores, maquinas de lavar roupa e loiça, fornos eléctricos, microondas, computadores, meios audiovisuais e a própria iluminação da casa, as familias “Eco” goleiam, ou seja, gastam num ano 1.534€, contra 2.982, dos “Standards”. Sendo absulotamente rigoroso, os “Eco” gastam menos 1.448 euros por ano. Que diferença, ein!

Os exemplos sucedem-se, mas a nossa irracionalidade é como um anúncio das pilhas duracel:Dura, Dura, Dura…. Gastamos energia até á exaustão e nunca damos por isso. E até ficamos melindrados quando alguém , lá em casa, nos chama a atenção para o desperdício. O mais normal  e virmarmos as costas e ligarnos o botão da televisão ou o “starr” do computador. Fingimos que ouvimos os raspanetes. O problema é que ainda não pensamos seriamente no futoro e na escassez gradual e crescente dos recursos energeticos. As próximas decadas serão drmaticas a este respeito. Produtos como o petróleo, o gás e a aguá estão a ser consumidos com uma voragem inc´rivel .  Até ao apagão  final!

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